Fonte: A Tarde / BA, Luisa Torreão.
Sobre a expansão imobiliária em Salvador, muito tem se falado nos últimos anos. Para além do amplamente propagado, esse vetor não se restringe apenas à moradia. Salas e empreendimentos comerciais tornam-se cada vez mais notórios nos lançamentos de grandes incorporadoras, acompanhando um crescimento que tem sido registrado na própria economia baiana.
Na capital, a taxa média de ocupação das salas comerciais fica em torno de 70%, segundo o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, chegando a 90% na Av. Tancredo Neves, considerada a principal área empresarial e financeira da cidade: "O mercado está aquecido mesmo".
Uma prova disso é que o crescimento de 9,5% do PIB baiano, no primeiro trimestre deste ano, foi puxado pela construção civil. De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), este setor foi o que teve maior expansão, com alta de 15%, o que se relaciona diretamente ao crescimento imobiliário.
"Dentro desse processo econômico expansivo, as empresas adquirem novas unidades comerciais, assim como novas empresas surgem no cenário", sinaliza o economista da SEI João Paulo Caetano.
O diretor executivo para Bahia e Sergipe da rede internacional de franquias imobiliárias ReMax, Diogo Francischini, avalia o setor: "Em 2009, houve um crescimento na oferta de unidades comerciais e a tendência é a mesma para este ano e o próximo".
Para os imóveis comerciais, as áreas mais disputadas na capital baiana continuam sendo, além da Avenida Tancredo Neves, a Av. ACM e a Av. Magalhães Neto, englobando aí a Pituba, o Caminho das Árvores e o Itaigara. "Nessa região, o que se lança está vendendo", afirma o presidente do Secovi.
Segundo ele, um dos pontos mais em alta na cidade são as torres gêmeas do Salvador Trade Center, onde o aluguel de uma sala de 33 m² fica em torno de R$ 1.200.
Sobre a expansão imobiliária em Salvador, muito tem se falado nos últimos anos. Para além do amplamente propagado, esse vetor não se restringe apenas à moradia. Salas e empreendimentos comerciais tornam-se cada vez mais notórios nos lançamentos de grandes incorporadoras, acompanhando um crescimento que tem sido registrado na própria economia baiana.
Na capital, a taxa média de ocupação das salas comerciais fica em torno de 70%, segundo o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, chegando a 90% na Av. Tancredo Neves, considerada a principal área empresarial e financeira da cidade: "O mercado está aquecido mesmo".
Uma prova disso é que o crescimento de 9,5% do PIB baiano, no primeiro trimestre deste ano, foi puxado pela construção civil. De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), este setor foi o que teve maior expansão, com alta de 15%, o que se relaciona diretamente ao crescimento imobiliário.
"Dentro desse processo econômico expansivo, as empresas adquirem novas unidades comerciais, assim como novas empresas surgem no cenário", sinaliza o economista da SEI João Paulo Caetano.
O diretor executivo para Bahia e Sergipe da rede internacional de franquias imobiliárias ReMax, Diogo Francischini, avalia o setor: "Em 2009, houve um crescimento na oferta de unidades comerciais e a tendência é a mesma para este ano e o próximo".
Para os imóveis comerciais, as áreas mais disputadas na capital baiana continuam sendo, além da Avenida Tancredo Neves, a Av. ACM e a Av. Magalhães Neto, englobando aí a Pituba, o Caminho das Árvores e o Itaigara. "Nessa região, o que se lança está vendendo", afirma o presidente do Secovi.
Segundo ele, um dos pontos mais em alta na cidade são as torres gêmeas do Salvador Trade Center, onde o aluguel de uma sala de 33 m² fica em torno de R$ 1.200.
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